Pena de Cadeia de 1 a 8 anos

Em Portugal, o crime de incêndio florestal é punido com pena de prisão de 1 a 8 anos. Se houver perigo para a vida, integridade física ou bens patrimoniais alheios de valor elevado, a pena sobe para 3 a 12 anos. A lei também prevê vigilância eletrônica específica para incendiários.

Se o incêndio for provocado por negligência (sem intenção direta, mas por desrespeito por regras de segurança), as penas são reduzidas geralmente até 5 anos de prisão, dependendo dos danos.

Só que a Pena de Cadeia não impede que o crime se repita todos os anos, ao que parece a ideia de ser preso não impede que o crime se cometa. Será que criminoso não tem um limite moral ou penal que o impeça de prejudicar e em alguns casos ferir e até matar os outros? Acontece isso nos incêndios, nos maus-tratos e violações de crianças, mulheres e adultos. A obsessão pelo roubo, pelo lucro, pelo prazer imediato, pela perversão, seja ela qual for, parece ser mais forte do que a pena de cadeia a que estarão sujeitos. Como ganhar terreno nesta luta tão inglória? Uma pergunta de difícil resposta eu sei, mas devemos estar atentos e tentar prevenir.

A 27 de Maio passado, em Arouca, Escariz, deflagrou um incêndio florestal e ganhou dimensões consideráveis sendo necessários mais de 100 operacionais e meios aéreos para o combater, na altura em declarações à comunicação Social o Comandante dos Bombeiros de Arouca, Sérgio Azevedo, disse que a origem do incêndio é suspeita “este incêndio registou coisas estranhas pelo facto de terem surgido muitos focos de incêndio à mesma hora e isso não é natural. Deixou  a garantia de que haverá uma investigação das autoridades policiais”. E lá vamos nós a correr atrás do criminoso. No que respeita a incêndios florestais o melhor que podemos fazer é prevenir; limpando e vigiando.

Felizmente e mesmo sabendo que a vida não é um mar de rosas, a sociedade tem muito mais aspectos positivos do que negativos, é por isso que mês após mês vão dando notícia de acontecimentos que nos enchem de esperança e nos confirmam isso mesmo.

Este mês tivemos dois alegres momentos que encheram o coração da Vila, o Arouca a Dançar e as Marchas Populares das Instituições de Solidariedade Social. Pode revê-los em fotos no nosso Jornal.  Conversámos também com Rosário Ferro, presidente do Rotary Clube de Arouca onde  abraçámos causas sociais pelo prazer de ser altruísta. Entrevistámos também Vasco Portugal, o deputado Municipal do Partido Iniciativa Liberal. Lembrou-nos que há uma estrada municipal, entre a Zona Industrial do Rossio e o nó de Escariz, que tem que ser feita com urgência, porque aprovada já está, há mais de um ano.

Em Junho, o tema central desta edição é o Futebol, uma espécie de balanço e perspectivas futuras para a modalidade em Arouca, Castelo de Paiva e Cinfães.

No mês passado assistimos à festa do Futebol Feminino, uma iniciativa para lembrar que os responsáveis pela modalidade não querem discriminação de género, a modalidade é aberta a todos.

Aberto a todos são os arraiais populares, chegou a época do ano em que as festas saem à rua, o pior do Inverno já passou é altura de saborear o que a vida tem bom.

Já sabe e não me canso de o repetir, se a sua freguesia, associação ou organização estão a organizar eventos que podem ser do interesse da comunidade, fale conosco que daremos notícia. geral@discurso-directo.com, tel.: 925 618 222 / 925618221

sobre o autor
Margarida Ferreirinha Loureiro
Discurso Direto
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