
Poderia estar com meias palavras, metáforas, analogias ou eufemismos mas prefiro ser objectiva para que a mensagem seja clara.
Insultar Jornalistas nas redes Sociais diz muito mais sobre quem insulta do que sobre o insultado que está a fazer o seu trabalho. Devo esclarecer que notícias factuais que relatam o que aconteceu num determinado evento não são nem opiniões nem “encomendas”, são factos que são narrados em função dos protagonistas que tanto podem ser de Direita como de Esquerda ou Centro politico. Nos últimos anos tem-se verificado uma prática corrente de denegrir, menosprezar e insultar o jornalista que escreveu a notícia que por qualquer razão não agrada ou é incómoda. Atenção, há que ter em conta, ou seja, é preciso não esquecer que insultos nas redes sociais são insultos que podem ter consequências legais, por outro lado o facto de o insultado ser um jornalista que faz um trabalho público não muda a lei. Uma coisa são conversas de café e palavras até as leva o vento, outra coisa são escritos nas redes sociais.
Quem diz jornalistas, diz políticos, árbitros, eleitos para cargos públicos e cidadãos comuns, insultar é uma ofensa, é rude, é um sinal de fraqueza, é uma manifestação primária que prejudica e magoa o insultado e que fica registada nas redes sociais. Por isso lembro que há formas mais correctas e polidas de emitir uma opinião, fazer uma observação ou uma crítica. No caso do nosso jornal pode escrever-nos, pode falar connosco, se for caso disso, se houver novos dados pode até dar origem a outra notícia, mas de preferência de forma educada e civilizada. Acredite que tem outro valor completamente diferente.
Estamos em maio, um mês em que se celebra duas datas muito importantes, o Dia da Mãe e o Dia do Trabalhador. Neste editorial quero deixar um agradecimento muito especial para todas as mães que dedicaram grande parte das suas vidas a criar os seus filhos. Deixo também as minhas felicitações a todos aqueles que diariamente se levantam para ir trabalhar, muitas vezes pelo salário mínimo, que pagam impostos e que fazem deste país um lugar onde ainda é possível viver com assistência médica, educação gratuita e infra estruturas (água, electricidade e estradas), tudo isto existe e é possível graças aos trabalhadores cujos direitos devem ser respeitados.
Na edição de maio publicamos o resumo das Assembleias Municipais de três concelhos, sabemos que poucos podem assistir presencialmente ou até mesmo on-line, no caso de Cinfães por exemplo, não há transmissões.
Damos também especial destaque ao dia Da Rainha Santa Mafalda, a padroeira de Arouca, é bom lembrar que são os rituais, as celebrações que mantêm vivas as tradições e os laços de uma sociedade. Nos dias que correm a identidade, a saúde, a solidariedade, a empatia e compaixão de algumas sociedades começam a estar em risco, temos que estar atentos e ser reactivos.
Referência ainda para alguns eventos desportivos que já são uma imagem de marca como o Rally na Serra da Freita, o Paiva Fest no rio Paiva e o Concurso Hípico no Quintãs Equestrian Center, sobre este último vale sempre a pena lembrar que se trata de um grande investimento privado que engrandece a Vila de Arouca.

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