
O resultado de um jogo de futebol é incerto, que tanto pode ser o mais expectável como também o mais surpreendente. Mas há uma coisa que é certa: depois do apito final do árbitro da partida, ela há de acabar com o triunfo de uma das equipas, a derrota de quem não venceu ou então empatada.
O cenário de divisão de pontos não se aplica ao SC Paivense, que terminou a época 25/26 sem qualquer empate para o campeonato, um fenómeno praticamente único no futebol distrital aveirense, apenas replicado por GD Calvão (líder da II Divisão – Zona Sul) e pelos sub-23 do CD Tarei (antepenúltimo da II Divisão – Zona Norte).
Jornada após jornada, o Paivense nunca terminou qualquer encontro da I Divisão com um empate, saíndo sempre de campo como vencedor ou vencido. E, para além disso, nunca somou o mesmo resultado consecutivamente durante três jogos: cada ciclo de duas vitórias/derrotas consecutivas foi sempre interrompido ao terceiro jogo, pelo resultado oposto.
Há ainda uma outra curiosidade: caso o SC Paivense tivesse vencido o Sanguedo (perdeu por 3-0), teria conseguido a divisão perfeita de 50/50: 13 vitórias e 13 derrotas nos 26 jogos do campeonato. Mas, com a derrota em Sanguedo, foram 12 vitórias (46%) e 14 derrotas (54%).
Contudo, se tivermos em atenção também os encontros da Taça Pecol – Prof. José Valente Pinho Leão, aí sim, conseguimos encontrar um empate: o Paivense dividiu pontos na Arrifana, depois do Arrifanense x Paivense terminar empatado a duas bolas (2-2).
Simão Duarte
Foto: SC Paivense

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