A época 16/17, de má memória para o FC Arouca, faz 10 anos: o sonho da fase de grupos da Liga Europa à distância de um prolongamento e o arranque aos solavancos na Liga Portugal

O primeiro artigo da sequência que o Discurso Directo preparou referente aos jogos da temporada 2016/17

A temporada desportiva 2026/27 está aí, com a estreia do FC Arouca a poucos dias de se proporcionar e a grande generalidade dos adeptos está ansiosa por ver a sua equipa entrar em campo na 1ª jornada. Em Arouca, com certeza, não será diferente. Os olhos estão postos no futuro, após a conquista da permanência, e no que o atual plantel será capaz de alcançar, mas, como disse certa vez Confúcio, pensador chinês, «se queres prever o futuro, estuda o passado».

Esta época, fazem 10 anos desde que, na época 2016/17, o FC Arouca jogou a fase de qualificação da Liga Europa, tendo lutado até à última por um lugar na fase de grupos, mas, no final da temporada, desceu de divisão… pela diferença de um golo. Condições, no mínimo, bizarras e, como o estimado leitor vai perceber com estas lembranças dessa época, o panorama global não foi tão caótico ou desastroso quanto a memória nos quer fazer ver. Como em qualquer história, vamos começar pelo início, e estes artigos de retrospetiva da temporada como um todo vão seguir esta ordem:

Primeiro artigo (este): Jornadas 1-4 e os encontros da qualificação da Liga Europa

Segundo artigo: Jornadas 5-10 e jogos das Taças (Portugal e da Liga)

Terceiro artigo: Jornadas 11-17 (Fim da 1ª volta da Liga) e jogos das Taças (Portugal e da Liga)

Quarto artigo: Jornadas 18-23

Quinto artigo: Jornadas 24-29

Sexto e último artigo: Jornadas 30-34 (Fim do campeonato)

1ª Mão da 3ª Pré-Eliminatória da Liga Europa – Heracles Almelo 1-1 FC Arouca. Quinta-feira, 28 de julho de 2016, 17h45

Em julho de 2016, a alegria pairava em terras de Santa Mafalda. No dia 10, os arouquenses juntaram-se nos cafés e na Praça, onde foi instalado um ecrã gigante, para acompanhar a final do Euro 2016, que Portugal ganhou com um golaço de Éder. No final, fez-se a festa pelas ruas da vila. No final desse mesmo mês, a 28 de julho, uma quinta, o FC Arouca foi à Holanda disputar a 1ª mão da 3ª Pré-Eliminatória da Liga Europa.

O jogo começou com uma chance clamorosa para Navratil, do Heracles, que, na cara de Bracali, enviou um foguete para a bancada no 1º minuto de jogo. Os da casa continuaram ameaçadores e, aos 23’, Pelupessy, do meio da rua, obrigou Bracali a defesa apertada. O Heracles aproveitou os espaços abertos na defensiva arouquense, mas a pontaria era inexistente. Walter González protagonizou o primeiro lance de ataque dos arouquenses em cima do minuto 45, quando arrancou pela esquerda, mas atirou contra um defensor adversário.

No segundo tempo, Bracali negou o golo a Gladon aos 49’, mas já não o conseguiu fazer aos 53’, quando este fez o 1-0 para o Heracles, mesmo com Bracali a tocar na bola antes dela entrar. Ele que foi fazendo um punhado de defesas, até que, em cima do minuto 90, um cruzamento de Gégé pela direita acabou no fundo das redes. A UEFA deu o golo a Walter González mas, até hoje, e revendo as imagens, fica a ideia de que ninguém tocou na bola depois de Gégé a cruzar, a não ser Robin Gosens, que a desviou de raspão mal ela saiu do pé do cabo-verdiano.

Onze titular: Bracali (GR), Gégé, Hugo Basto, Jubal, Nelsinho, Nuno Coelho, Artur, Adilson Goiano, Mateus, Walter González e Zequinha

Substituições:

50 – Saiu Artur, entrou Nuno Valente

55 – Saiu Adilson Goiano, entrou André Santos

88 – Saiu Zequinha, entrou Crivellaro

Suplentes não utilizados: Rui Sacramento (GR), Anderson Luís, Marlon e Bruno Lopes

2ª Mão da 3ª Pré-Eliminatória da Liga Europa – FC Arouca 0-0 Heracles Almelo. Quinta-feira, 4 de agosto de 2016, 18h00

Pela 1ª vez na história, o Estádio Municipal de Arouca acolheu um encontro das competições europeias. O interesse mediático era muito e foram vários os adeptos do Heracles que se juntaram em Arouca e, à boa moda arouquense, foram devidamente acolhidos pelo povo e pelo presidente do executivo camarário da altura, Artur Neves. Lito Vidigal viu o jogo na bancada, por castigo, estando sozinho, mas perto dos arouquenses que, tal como eu, foram ver o jogo.

Ao contrário da 1ª mão, os arouquenses conseguiram ser mais ameaçadores em casa e dispuseram das primeira chances de perigo. Zequinha, aos 6’, fez a bola passar ligeiramente por cima da trave. O mesmo sucedeu a Walter González, aos 29’, mas pedia-se melhor definição ao ponta de lança. Aos 50’, Bracali negou o golo ao Heracles, com uma excelente defesa. Na reta final do jogo, Mateus e Nuno Valente obrigaram o guarda-redes adversário, Bram Castro, a aquecer as luvas. No final, o 0-0 serviu, numa altura em que o critério do golo fora aplicava-se, o que levou o FC Arouca a avançar na prova para a fase de play-off.

Onze titular: Bracali (GR), Anderson Luís, Gégé, Hugo Basto, Jubal, André Santos, Nuno Coelho, Nuno Valente, Zequinha, Walter González e Mateus

Substituições:

69 – Saiu Walter González, entrou Crivellaro

78 – Saiu André Santos, entrou Marlon

90+1 – Saiu Nuno Valente, entrou Adilson Goiano

Suplentes não utilizados: Rui Sacramento (GR), Sema Velázquez, Artur e Jorginho

1ª Jornada – Boavista 2-0 FC Arouca. Domingo, 14 de agosto de 2016, 16h00

O emblemático Estádio do Bessa foi o palco da 1ª jornada do FC Arouca na edição 16/17 da Liga Portugal, na sua 4ª participação. O resultado foi agreste, com os arouquenses a perderem contra o Boavista por 2-0.

Ao quinto minuto de jogo, Idris, ex-FC Arouca, num lance totalmente confuso, conseguiu colocar a bola no fundo da baliza. Na sequência de um lançamento mal defendido, o médio entrou na área estando ligeiramente descaído para a direita e, junto ao poste esquerdo, picou a bola para a área, tentando servir um companheiro, mas o desvio de Crivellaro alterou a trajetória do esférico. A resposta arouquense não tardou e, aos 7’, Walter González cabeceou à barra.

O Boavista carregou e, depois de uma defesa de Bracali, aos 25’, fizeram o 2-0, com um cabeceamento certeiro de Lucas. Dois golos sofridos, ambos na sequência de bolas paradas. Ainda antes do intervalo, Walter González trabalhou bem a bola e enviou uma bala à trave. Nos 2 primeiros remates do avançado, dois tiros com selo de golo. A sorte não estava do lado arouquense.

No arranque do 2º tempo, Fábio Espinho fez o 3-0, mas foi anulado por fora de jogo. Crivellaro aos 49’, Marlon aos 59’ e aos 68’ e Mateus aos 71’ bem tentaram marcar, mas falharam na pontaria ou viram Mika encaixar o esférico. Pelo meio, o Boavista também teve algumas chances e ficou um penálti por marcar para o FC Arouca ao minuto 64’, por mão na bola de Henrique (outro ex-FC Arouca), mas não havia VAR e o árbitro Bruno Paixão, como fica claro nas imagens televisivas, estava perto do lance, mas tinha muita gente à frente para conseguir ver bem o lance.

O FC Arouca terminou a 1ª jornada em último (18º), com 0 pontos.

Onze titular: Bracali (GR), Anderson Luís, Gégé, Hugo Basto, Jubal, André Santos, Nuno Coelho, Crivellaro, Zequinha, Walter González e Mateus

Substituições:

31 – Saiu Zequinha, entrou Marlon

57 – Saiu Crivellaro, entrou Nuno Valente

77 – Saiu André Santos, entrou Sancidino

Suplentes não utilizados: Rui Sacramento (GR), Sema Velázquez, Adilson Goiano e Artur

1ª Mão do Play-Off da Liga Europa – FC Arouca 0-1 Olympiacos. Quinta-feira, 18 de agosto de 2016, 20h00

O sorteio ditou que os arouquenses teriam de defrontar um dos adversários mais exigentes do play-off: o Olympiacos, emblema grego comandado pelo português Paulo Bento. A 1ª mão, jogada em Arouca, arrancou com um remate de Mateus, aos 9’, para defesa segura de Kapino. Aos 15’, Sebá, ex-Estoril, fantasiou da esquerda para dentro e atirou para defesa apertada de Bracali. Seria mesmo o extremo brasileiro a marcar o único golo do encontro, ao minuto 27’, com um toque subtil a desviar a bola do alcance de Bracali, com o rápido Pardo a conseguir cruzar mesmo antes da bola sair pela linha de fundo.

Ao golo e a um livre que se seguiu da autoria de Sebá, Mateus, aos 36’, respondeu com um remate do meio da rua, encaixado a dois tempos. Já no 2º tempo, Mateus da Costa fez a bola passar rente ao poste esquerdo de Bracali. Aos 72’, o melhor lance dos arouquenses, com Walter González, num lance de génio, a arrancar desenfreadamente na direção da baliza, aguentando com cargas e deixando para trás defesas adversários. Quando, já dentro da área, ensaiou o remate, valeu aos gregos o guardião Kapino, com uma boa mancha a negar o golo.

Cambiasso podia ter feito o 2-0, mas atirou ao lado. Nuno Valente, aos 84’, de livre, viu Kapino negar o golo. A segundos do fim, e dentro da área, Marlon recebeu um brinde, mas hesitou e atirou contra um defesa. E assim terminava a partida, onde tanto o FC Arouca podia ter empatado como o Olympiacos podia ter dilatado a vantagem. A desvantagem na eliminatória por 0-1, como se veio a provar, nem foi má de todo.

Onze titular: Bracali (GR), Anderson Luís, Hugo Basto, Jubal, Thiago Carleto, Nuno Coelho, Nuno Valente, Adilson Goiano, Artur, Mateus e Walter González

Substituições:

59 – Saiu Thiago Carleto, entrou Marlon

68 – Saiu Artur, entrou André Santos

76 – Saiu Adilson Goiano, entrou Crivellaro

Suplentes não utilizados: Rui Sacramento (GR), Sema Velázquez, Vítor Costa e Zequinha

2ª Jornada – FC Arouca 2-0 Nacional. Domingo, 21 de agosto de 2016, 18h00

O 1º jogo em casa da época para a Liga sorriu aos arouquenses, que somaram a 1ª vitória da época, para a Liga e como um todo (dado que, para a Liga Europa, somaram-se até à data 2 empates e uma derrota).

Aos 2’, já o Nacional andava próximo do golo, com um cabeceamento de Cádiz a passar rente ao poste direito. A resposta arouquense surgiu pouco depois, quando num canto pela direita, Velázquez apareceu ao 1º posto e cabeceou na direção do 2º poste, com Mateus a falhar a emenda por muito pouco. Aos 24’, marcou o FCA: num lançamento, a bola foi arremessada para a área, onde Marlon aguentou a carga e assistiu Crivellaro para o 1-0. Confirmando o bom período no encontro, à meia hora de jogo surgiu o 2-0. Novamente pela direita, Anderson cruzou rasteiro, Marlon tentou o remate, mas chutou o vento e a bola sobrou para Zequinha, que atirou a contar.

Ainda antes do intervalo, aos 36’, Marlon isolou-se e, só com o guarda-redes Rui Silva (atualmente no Sporting) pela frente, não conseguiu fazer o chapéu, atirando contra o guardião.

No 2º tempo, existiram algumas chances para ambos os conjuntos, mas sem muito perigo: exceção feita para um cabeceamento de Ricardo Gomes, ao qual Bracali disse «Presente!» com uma bela intervenção.

O FC Arouca terminou a 2ª jornada no meio da tabela, em 10º lugar (subindo 8 posições), com 3 pontos.

Onze titular: Bracali (GR), Anderson Luís, Hugo Basto, Jubal, Sema Velázquez, André Santos, Nuno Coelho, Crivellaro, Zequinha, Marlon e Mateus

Substituições:

77 – Saiu Mateus, entrou Nuno Valente

83 – Saiu Marlon, entrou Adilson Goiano

89 – Saiu Crivellaro, entrou Walter González

Suplentes não utilizados: Rui Sacramento (GR), Thiago Carleto, Artur e Bruno Lopes

2ª Mão do Play-Off da Liga Europa – Olympiacos 2-1 FC Arouca (após prolongamento). Quinta-feira, 25 de agosto de 2016, 19h45

Com uma postura aguerrida, foram os arouquenses a entrar melhor na partida e, perto da meia hora de jogo, fizeram estremecer os gregos de bola parada. Primeiro, foi Walter González, aos 24’, ao rematar por cima. Seguiu-lhe o exemplo Velázquez, aos 32’, a cabecear rente ao poste esquerdo. Aos 37’, o primeiro lance de perigo para o Olympiacos, de canto, com Bracali a reagir rápido e a negar o golo a Brown Idehe.

Durante a grande maioria do 2º tempo, só deu FC Arouca: aos 47’, Crivellaro ousou tentar uma bicicleta, que passou muito por cima. Walter, aos 57’, cabeceou por cima. Aos 65’, o mesmo Walter cabeceou à queima-roupa para uma grande defesa de Kapino. E ao minuto 80, como diz o ditado, «Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura». Cruzamento comprido para a área na sequência de um livre, a bola é cabeceada para o ar e, capitalizando alguma confusão na área, Gégé rematou para o fundo das redes. Logo depois, Mateus encheu o pé, fazendo a bola passar perto. O Olympiacos carregou na reta final, mas não conseguiu evitar o prolongamento.

O período-extra foi fatal, já que Chori Domínguez, com um remate colocado, fez o 1-1 (2-1 na eliminatória) ao minuto 94’. Aos 113’, Brown Ideye fez o 2-1 (3-1 na eliminatória), que deitou por terra o sonho arouquense de avançar até à fase de grupos da Liga Europa.

No final, a opinião praticamente consensual, não só de arouquenses, mas de todos os que viram o jogo, é de que o FC Arouca merecia mais, pelo esforço que imprimiu em campo.

Onze titular: Bracali (GR), Gégé, Jubal, Sema Velázquez, Hugo Basto, André Santos, Crivellaro, Artur, Zequinha, Marlon e Walter González

Substituições:

78 – Saiu Zequinha, entrou Mateus

90+5 – Saiu Artur, entrou Nuno Valente

112 – Saiu Gégé, entrou Bruno Lopes

Suplentes não utilizados: Rui Sacramento (GR), Anderson Luís, Vítor Costa e Adilson Goiano

3ª Jornada – Vitória de Setúbal 2-0 FC Arouca. Domingo, 28 de agosto de 2016, 21h00

No Estádio do Bonfim, a um horário nada apelativo para os arouquenses se deslocarem a Setúbal e apoiarem o FCA, foram os sadinos a entrar mais afoitos. E, ao minuto 13, o FC Arouca teve asar: Bracali tentou sacudir um cruzamento de Nuno Pinto vindo da esquerda, mas não o conseguiu fazer eficazmente, com a bola a sobrar redondinha para os pés de João Amaral, que só teve de encostar (Velázquez, em cima da linha, tentou o corte, mas sem sucesso).

O FCA tentou responder, por Marlon, aos 37, mas Bruno Varela, atento, defendeu. No arranque do 2º tempo, aos 48’, Velázquez fez a bola passar ligeiramente por cima da trave adversária. Mas seria o Vitória a fazer o 2-0, aos 53. Canto pela esquerda de Nuno Pinto para a zona do 1º poste, onde André Claro apareceu sozinho e cabeceou para o fundo das redes. Bracali não ficou bem na fotografia e André Claro tampouco, dado que festejou o golo, apesar da história que viveu nos arouquenses. Até final, foram os da casa a ter mais e melhores chances, que Bracali e companhia neutralizaram (uma delas valeu uma grande defesa ao guardião, também para “compensar” as anteriores).

Nota ainda para um lance dos arouquenses, já para lá da hora, em que Adilson Goiano fez a bola beijar o poste esquerdo. O FC Arouca terminou a 3ª jornada caindo duas posições, para o 12º lugar, mantendo os 3 pontos.

Onze titular: Bracali (GR), Anderson Luís, Gégé, Jubal, Sema Velázquez, Nuno Coelho, Adilson Goiano, Crivellaro, Artur, Marlon e Mateus

Substituições:

54 – Saíram Nuno Coelho e Artur, entraram Nuno Valente e Walter González

76 – Saiu Crivellaro, entrou André Santos

Suplentes não utilizados: Rui Sacramento (GR), Thiago Carleto, Zequinha e Sancidino

4ª Jornada – FC Arouca 1-2 Benfica. Sexta, 09 de setembro de 2016, 20h30

Foi em Arouca que se deu a partida inaugural da jornada 4, com a receção dos arouquenses ao Benfica. E seriam mesmo os encarnados a colocarem-se na frente do marcador, num dos primeiros lances de perigo dignos de registo: aos 16’, Nélson Semedo arrancou pela direita, servido com um passe interior na profundidade de Salvio. Dado que a bola passou pelo meio de Hugo Basto e Nuno Coelho, não só a dupla de nunos fez-se ao lance, como também Bracali, gerando-se uma carambola e a vantagem no marcador para os encarnados.

Aos 19’, Rafa teve tudo para fazer o 0-2, mas o remate, já em queda, foi afastado por Anderson Luís. Gonçalo Guedes, aos 23’, mandou um foguete ao lado. Aos 27’, capitalizando uma má abordagem de Jubal, Cervi arrancou e procurou fazer o chapéu a Bracali que, atento, defendeu. O guardião ainda viria a somar nova boa defesa aos 28’. No 1º tempo, só tinha dado Benfica.

No arranque do 2º tempo, aos 51’, Grimaldo, de canto, colocou a bola redondinha na zona de Lisandro López que, ao primeiro poste, cabeceou para o 0-2. Um lance em tudo semelhante ao do 0-2 em Setúbal, na jornada anterior. Foi preciso Walter González entrar para o FCA se reencontrar com o caminho dos golos: o ponta de lança entrou aos 55’ e, aos 57’, já estava a fazer o 1-2 com um cabeceamento fulminante, em resposta a um cruzamento largo de Zequinha na direita, para a zona do 2º poste.

Com este golo, o FC Arouca “acordou para a vida” e, aos 66’, esteve bem próximo do 2-2, com um disparo de fora da área de André Santos, que passou rente ao poste direito. Até final, nota ainda para um livre de Grimaldo (87’), que passou ligeiramente por cima da trave, e também uma boa defesa de Bracali, no minuto seguinte e igualmente aos 90+4’, a remates de Carrillo.

Com 3 derrotas nas primeiras 4ª jornadas, este foi, à data, o pior arranque de sempre do FC Arouca na Liga. Terminou a 4ª jornada voltando a cair na tabela, para o 13º lugar (descendo um posto), tendo os mesmos 3 pontos.

Onze titular: Bracali (GR), Anderson Luís, Jubal, Nuno Coelho, Hugo Basto, André Santos, Crivellaro, Artur, Zequinha, Marlon e Mateus

Substituições:

Intervalo – Saiu Crivellaro, entrou Gégé

55 – Saiu Mateus, entrou Walter González

76 – Saiu Zequinha, entrou Kuca

Suplentes não utilizados: Rui Sacramento (GR), Sema Velázquez, Adilson Goiano e Nuno Valente

Simão Duarte

Fotos: FC Arouca e VSports

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Simão Duarte
Discurso Direto
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