Intervenção da E-REDES terá deixado estrada em mau estado em Nojões

O estado de uma estrada em Nojões, freguesia de Real, alegadamente danificada na sequência de uma intervenção da E-REDES, foi levantado pela vereadora Vanessa Pereira na reunião de Câmara de Castelo de Paiva realizada na segunda-feira, 27 de abril, durante o período de antes da ordem do dia.

A autarca alertou para as condições em que a via terá ficado depois dos trabalhos realizados pela empresa. Apesar de não se tratar de uma intervenção da responsabilidade direta do Município, Vanessa Pereira defendeu que a Câmara Municipal deve acompanhar a situação e contactar a entidade responsável para que sejam feitas as necessárias reparações.

Na resposta, o presidente da Câmara Municipal de Castelo de Paiva, Ricardo Cardoso, tomou nota da preocupação e admitiu que os serviços municipais iriam verificar a situação no terreno. O autarca referiu ainda que, caso se confirme a existência de danos provocados pela intervenção, será dado conhecimento à E-REDES para que a estrada possa ser reposta em condições adequadas.

O tema foi abordado no período de antes da ordem do dia, numa fase em que foram também levantadas outras questões pela oposição. Entre os assuntos colocados esteve a eventual colaboração de funcionários reformados com o Município, depois de ter sido questionado se antigos trabalhadores teriam sido convidados a continuar a colaborar e, posteriormente, informados de que tal não seria possível por alegada oposição dos vereadores do PSD. Ricardo Cardoso rejeitou essa versão, afirmando que funcionários aposentados não podem prestar serviços ao Município nos termos habituais, embora possam colaborar em regime de voluntariado.

A oposição sinalizou também a existência de maus cheiros junto à rotunda da Boavista, situação que Ricardo Cardoso disse desconhecer até ao momento. O presidente garantiu, contudo, que os serviços municipais iriam verificar o problema no local para perceber a origem do incómodo.

Outro dos temas em destaque foi o transporte a pedido, processo que continua a gerar troca de argumentos entre executivo e oposição. Em causa está o atraso na implementação do serviço, depois de ter sido referido que apenas três taxistas/operadores manifestaram disponibilidade, número considerado insuficiente pela CIM Tâmega e Sousa para avançar com o procedimento. Segundo o executivo, a situação foi entretanto encaminhada para a Autoridade da Mobilidade e dos Transportes, aguardando agora resposta.

 

Pedro Gonçalves

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