
Depois da saída de Sérgio Azevedo da liderança do PS Arouca, dado que assumiu a posição de Comandante dos Bombeiros Voluntários de Arouca, o PS Arouca encontrava-se sem líder desde então, mas, a 19 de junho, foram feitas eleições na concelhia socialista, nas quais os socialistas decidiram concretizar o regresso de Francisco Ferreira à presidência.
Em nota de imprensa enviada ao nosso jornal, Francisco Ferreira assume o desejo de «dar continuidade ao trabalho desenvolvido, defendendo uma atuação interventiva, atenta e construtiva na vida política e social do concelho». Aponta que a sua liderança pretende «consolidar o caminho percorrido, aprofundando as opções estratégicas e traçando, de forma refletida e responsável, um rumo a seguir, sem pressas nem atalhos».
Francisco Ferreira encontrava-se na presidência da Assembleia Geral e tem uma ligação forte ao PS local, dado que já presidiu anteriormente à concelhia.
Foi adjunto de Artur Neves quando este foi Secretário de Estado da Proteção Civil, tendo Francisco Ferreira visto o seu nome ser igualmente implicado no polémico caso das golas inflamáveis. À data, quando foi noticiado que Francisco Ferreira teve envolvimento na escolha das empresas para a produção dos kits, demitiu-se do cargo governativo. Ficou conhecido como «o padeiro», dado que, no período compreendido entre concluir o ensino obrigatório e a nomeação para técnico especialista por Artur Neves em 2017, era efetivamente padeiro numa pastelaria do irmão, em Vila Nova de Gaia.
Simão Duarte
Foto: PS Arouca

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