
Na receção ao Benfica, Barbero viu o 5º amarelo e Trezza foi expulso, após uma quezília com Dedic, pelo que ambos não vão a jogo em Moreira de Cónegos. Dado que ambos são titularíssimos, impõe-se a questão: como será o ataque arouquense frente ao Moreirense? É essa a pergunta a que procuraremos responder.
No centro do ataque, não havendo Barbero, é praticamente garantido que o escolhido seja Dylan Nandín. O avançado uruguaio tem somado minutos e também já fez o gosto ao pé, quebrando o longo calvário sem golos. No banco, para essa mesma posição, só sobram duas opções: ou Fally Mayulu, que ainda não integrou qualquer convocatória por não estar no ponto ideal para isso, ou então o jovem arouquense Bruno Duarte (Batata), suplente não utilizado na ida ao Dragão.
Quanto à faixa direita do ataque, há duas opções e, neste exercício de futurologia, não há forma de garantir qual das duas será escolhida. Por um lado, há Puche, que soma 24 participações, 19 delas como suplente, nas quais não soma, habitualmente, largos minutos. Por outro lado, há Mansilla, menos utilizado (16 jogos, 15 como suplente), mas foi titular no Dragão, na ausência de Lee Hyunju (Trezza ocupou essa posição e Mansilla a faixa direita, habitualmente de Trezza). Extremos de estilos distintos, em que, de forma resumida, o primeiro é mais associativo e o segundo mais irreverente.
Tirando estas duas alterações forçadas, o restante onze deverá ser o mesmo que jogou frente ao Benfica, ou seja, Arruabarrena na baliza, defesa a 4 com Diogo Monteiro, Javi Sánchez, Jose Fontán e Bas Kuipers, duplo-pivot de van Ee e Fukui, com Lee Hyunju nas costas do ponta de lança e Djouahra na ponta esquerda do ataque.
Simão Duarte
Foto: Pedro Fontes – FCA

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