
Quem conhece a região arouquense sabe que a probabilidade de nevar consideravelmente na Serra da Freita não é habitual. Basta ver que os nevões recentes, no final do ano passado e no início deste ano de 2026, foram os primeiros há já vários anos, pelo menos nestas dimensões. A probabilidade de nevar no centro da vila é ainda mais remota.
Ainda assim, durante a sexta feira, dia anterior ao do encontro de hoje, o grande tema à volta do jogo foi a possibilidade de neve no jogo. Ora, quem conhece a região, sabe que isso seria pouco provável, dada a baixa altitude do centro da vila, em comparação com a altitude das montanhas que rodeia o fundo do vale. Contudo, caso dúvidas existissem, o IPMA confirmou-as.
A imprensa nacional, como foram os casos do jornal A’Bola, Record e o site Maisfutebol, falaram com um representante do IPMA (Instituto Português do Mar e da Atmosfera). As previsões apontavam que deveria nevar em Arouca, à imagem do que sucedeu nos últimos dias, porém só de madrugada e nas primeiras horas da manhã e, o pormenor importante, “acima de 800/1000 metros, baixando a cota para 600/800 metros, com acumulação da ordem de 20 a 30 centímetros acima dos 1000 metros”. Ou seja, tal como vem sucedendo, só deverá nevar na Serra da Freita e nas freguesias de maior altitude (UF Cabreiros/Albergaria da Serra, UF Canelas/Espiunca, Alvarenga, Urrô, Moldes, UF Arouca/Burgo e nas zonas mais elevadas de Rossas e de Santa Eulália). Bruno Café apontou à Bola que a probabilidade de nevar à hora do jogo seria “pouco provável”.
Simão Duarte
Foto: Simão Duarte

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