Continuam as queixas sobre o serviço público da rede de transportes UNIR

Nas redes sociais, nas paragens, nas centrais de transportes (como a de Arouca), ou mesmo no Portal da Queixa, a Rede Unir continua a estar sobre as críticas dos passageiros

A imprensa nacional e regional continua a dar eco às inúmeras queixas. Estas travaram após “arranque difícil”, mas ainda há autocarros que não passam, atrasos, horários e mesmo indicações em sueco a mais, noticiava o Expresso na sua edição do passado dia 19 de fevereiro.

“Entre o dia 22 de novembro e 22 de fevereiro, a categoria Transportes Públicos, Aluguer e Condução foi alvo de 1951 reclamações. Segundo indicam os dados analisados, na subcategoria Transportes Coletivos de Passageiros, a Unir foi a entidade mais reclamada, com 313 reclamações registadas no período em análise, a ocupar uma fatia de 53,4% do volume total de ocorrências”, pode ler-se num comunicado divulgado no passado dia 2, pelo Portal da Queixa.

À plataforma de comunicação criada em 2009 continuam a chegar “reclamações sobre autocarros que não passam, atrasos constantes, alterações de horários sem aviso, informações em falta”, e ainda reclamações sobre mensagens em sueco, que se tornaram uma característica do lote que serve Vila Nova de Gaia e Espinho, pelo facto dos autocarros importados da Suécia ainda não terem sido todos pintados com as cores da rede Unir.

Entre os principais motivos de reclamação na Unir estão os atrasos, “ou seja, o incumprimento dos horários programados dos autocarros, a gerar 69% das reclamações em três meses”, e 16,6% das queixas dizem respeito à “falta de autocarros, o segundo motivo mais reportado e que se refere à supressão de autocarros nas carreiras”.

“Segue-se a alteração de carreira (6,2%), onde os casos reportam mudanças sem aviso. A conduta inapropriada do condutor do autocarro também foi denunciada em 4,2% das reclamações registadas pelos utentes”, refere ainda o comunicado do Portal da Queixa.

As queixas começaram a originar-se ainda antes de o serviço entrar em operação, em 01 de dezembro, já que “a primeira reclamação foi publicada a 22 de novembro, assim que os consumidores tiveram acesso à informação sobre as linhas e horários e reclamaram supressões de linhas”.

*Notícia completa na nossa edição impressa já nas bancas;

sobre o autor
Oscar Brandão
Discurso Direto
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