Daniel Sousa espera um Estrela da Amadora “forte”

O Arouca joga hoje o seu último jogo neste ano de 2023. Em partida para a 15ª jornada, os Lobos de Arouca visitam a Reboleira para jogar, pela primeira vez na História, contra o Estrela da Amadora. O jogo terá início às oito e um quarto (20:15), com transmissão televisiva na Sport TV 1.

Daniel Sousa, treinador do Arouca, fez ontem de manhã a antevisão à partida.

– Que dificuldade espera do Estrela da Amadora?

“Esperamos um (Estrela da) Amadora forte, em casa, que já sabemos que é um estádio mítico e a dificuldade que é jogar lá, pela proximidade das bancadas, pela proximidade dos adeptos, e é sempre um jogo difícil. Acho que nenhum dos nossos jogadores alguma vez jogou na Reboleira, que é uma primeira experiência para todos e temos de estar alerta para as dificuldades que lá vamos encontrar. Pelo campo, pela equipa, uma equipa que vem junta, com alguns internacionais, que está trabalhada da mesma forma da Segunda Liga, que já vem com uma continuidade de comportamentos que são perigosos e que são difíceis de anular alguns deles, mas estamos cá para trabalhar”

– O Arouca nas últimas 3 jornadas é o melhor ataque neste período, quando antes mostrava dificuldades em finalizar. Como explica esta mudança?

“Os jogadores são os mesmos. O que mudou foi efetivamente começarem a marcar. O trabalho que procuramos fazer é sempre no sentido de promover as características deles, ajustar tudo àquilo que são os jogadores que temos disponíveis, no sentido de procurar o golo. Disse desde o início que a minha ideia, a minha forma de estar no futebol, seja no treino, seja pensar o jogo, é pensar sempre a partir do golo.  Isso depois faz-me pensar a melhor forma de chegar lá como equipa, chegar lá individualmente, e depois pensar o treino dessa forma.”

– Nesta boa fase, que armas leva para vencer o Estrela, que se encontra apenas três pontos à frente do Arouca?

“De facto, os últimos três jogos foram bastante positivos, não de pontuação, porque queríamos ter um pouco mais. Para todos os efeitos, aquilo que ressalvo é da competitividade deste campeonato, que está acima daquilo que foi o nível do ano passado. Eu recordo, porque eu fiz esse exercício com a equipa, que foi comparar esta época à 14ª jornada e a época passada, e o ano passado tínhamos uma equipa com dois, uma equipa com sete e uma equipa com dez ou doze (pontos), coisa que este ano não, este ano temos ali as equipas praticamente todas com dez, dez, dez, doze, treze. Ou seja, anda tudo muito próximo. Ainda que o momento seja bom, se não for concluído ou continuado, pronto, há sempre uma coisa que é positiva, mas é preciso dar continuidade, porque a proximidade é muito grande, tanto estamos cá (14º classificado) como estamos noutra posição, quer para cima, quer para baixo. Relativamente às armas especiais, não, vamos procurar continuar a consolidar comportamentos. Temos visto um Arouca, que é uma coisa que me agrada muito, que é com capacidade de mostrar várias faces de jogo: se for preciso defender, estamos a defender, se for preciso jogar em contra-ataque, jogamos em contra-ataque, se for preciso termos bola, temos bola. Obviamente que o jogo em si vai ditar momentos em que temos tudo, mas cabe-nos a nós ter essa capacidade e competência para perceber os momentos e ser eficaz e eficiente nesses momentos. O jogo em si vai-nos requerer algumas coisas novas, em comparação com outros, e é isso que nós temos de estar preparados.”

Sylla e Milovanov voltam a estar disponíveis, contudo Rafael Fernandes, Pedro Moreira, Quaresma e Uri Busquets continuam entregues ao departamento médico.

Foto: Sofia Brandão

Simão Duarte

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