Infantis B do CJSA sagraram-se campões Distritais

João Duarte “Este é o primeiro título distrital de sub-12 para o concelho e para o CJSA”

João Duarte e Filipe Pinheiral foram os responsáveis por liderar os 23 jogadores que alcançaram este título para o clube arouquense. O centro derrotou, na final, o Núcleo do Sporting de Aveiro por (4-2), e Rui Almeida, Tiago Brandão e Duarte Montenegro foram os autores dos golos, beneficiando ainda de um autogolo. O DD esteve à conversa com João Duarte, um dos técnicos, para perceber como trilharam o caminho que os levou à vitória e a entrar na história do desporto Arouquense.

Admitindo viver fortemente o “futebol desde sempre”, João Duarte relembra os tempos em que jogava no FC Arouca e ajudava “no que fosse preciso” até a “apanhar bolas”. “Fui também jogador no Valecambrense, Cucujães e Nespereira” contou, acrescentando que aos 33 anos, quando deixou o futebol, foi convidado pelo CJSA para ser treinador nessa instituição. No que respeita ao momento atual, e acompanhando esta equipa há já alguns anos, juntamente com Filipe Pinheiral, tiveram a oportunidade de há dois anos ser campeões, não fosse a pandemia de Covid-19 trocar-lhes as voltas. “Tivemos de ganhar a primeira fase e ficar nos dois primeiros lugares para ir à fase final, depois ficamos em segundo lugar e fomos à final com os dois melhores. Eram o Vila Moreirense, o Mealhada, nós e o Sporting. “Acabamos por vencer ao Mealhada e ao Sporting”, partilhou ao explicar o caminho até à vitória, no Campo de Treinos de Águeda. O técnico informou também que só tiveram duas derrotas, e que várias equipas do CJSA já foram a finais. No entanto, este ano, “é o primeiro título”, “aliás é o primeiro título distrital de sub-12, em Arouca, nenhuma equipa ganhou este título”, revelou.

A importância da formação

Admitindo que o mérito pela vitória pertence a si e ao seu colega Filipe Pinheiral, João Duarte admite que “têm muitos meninos no centro”, e tiveram, por isso, que fazer duas equipas, mas sabiam que “só uma passaria à fase final four”. Não obstante, o orientador garantiu que o mérito é dos 23 jogadores. João Duarte frisou de igual maneira que um dos principais obstáculos ao seu trabalho muitas vezes são os pais dos seus jogadores, “muitos pais querem que os meninos joguem todos, e há crianças que no início têm dificuldade até em dar um pontapé numa bola”. “Muitas vezes não deixam o miúdo crescer, e um jogador que está a aprender não se pode por logo a jogar, existe uma aprendizagem e evolução”, acrescentou o técnico. “É preciso dar tempo para o jogador crescer e ganhar maturidade, e de ano para ano notasse que eles ganham”.

Acreditando fortemente que foi a união que levou a equipa a vencer este título quis também agradecer a Hugo Xavier, coordenador técnico, assim como aos restantes diretores de equipa.

“A união e o amor que há entre os jogadores, o treinador, os próprios pais é o mais importante. Claro que não nos podemos deixar influenciar, os pais pensam uma coisa, os treinadores pensam outra, mas o treinador no fundo é que decide.” O técnico não escondeu a emoção ao vencer este título revelando ter sido muito “emocionante”, “ninguém estava à espera disto”, expôs, referindo que foi “espetacular”. “Os miúdos estiveram espetaculares.”

“O centro juvenil aceita todos os jogadores, todos os meninos que vierem para ali jogar”

*Para ler o artigo completo consulte a nossa edição impressa já nas bancas;

Equipa técnica;
João Duarte e Filipe Pinheiral
Momentos de Festa com os Pais, jogadores e equipa técnica
sobre o autor
Ana Isabel Castro
Discurso Direto
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